Mostrando postagens com marcador Nota. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Nota. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Conferência MensWear

A equipe se reuniu hoje para nada mais do que falar de duas coisas boas: homens e moda. Depois de futricar muito (muito mesmo!) chegamos a algumas conclusões, bem difíceis e complicadas, com muito risco de block, toddynho e marmita voando para todos os lados. Saltos afiados à parte, conseguimos organizar o seguinte:

1. Dolce & Gabanna no visual "Vamos para Aspen"... não rola! Isso foi consenso...
2. Givenchy.. geral amou as golas, porém, apesar da insistência do @evbreal que Givenchy é Givenchy, apenas @sircarlotz concordou com ele! @lamaringoni odiou as papetes, resumiu sua opinião (aceita por todos!) como: belas golas, bela "saia" e homens de peitoral maravilhoso.
3. @lamaringoni toda trabalhada na Burberry, toda vez que o @francageorge se perdia insistia com "diz assim, Gê, adorei as galochas da Burberry"... @lamaringoni adorou as aplicações douradas nos ombros das camisetas pretas.
4. @alvalletta fez o "adêvogado" da vez e converteu todo mundo no parecer do gosto ou não gosto. Simples assim!
5. Pergunto: O que fazer com os pretos esvoaçantes da Dior?
6.Gucci convenceu todo mundo, embora a insistência em ter pego as bolsas Prada emprestadas pro desfile. Boa cartela de cores e acessórios.
7. Armani dividiu opiniões: @evbreal amou o terno roxo (vimos isso na passarela da Versace também, não?), bem como as botas (L). As meninas não curtiram os tecidos mais leves da coleção. @oliviapasouza odiou a coisa "vaquinha" da coleção. Além é claro de lindo modelos clonados.
8. Versace: foi complicado. @francageorge relembrou que com ele, de Donatela, só Rettore. @evbreal amou os justos, as garotas acharam Matrix demais, @oliviapasouza achou as tachinhas last week..
9. Galliano: @evbreal insistiu que odiou os canibais do hip hop do desfile, amando a linha étnica oriental. @oliviapasouza amou todo o espetáculo. @francageorge levava os canibais do boxe pra casa! Para a opinião técnica de @sircarlotz :"Galiano foi tão insosso, não me surpreendeu em nada", diz.
10. Chanel deu um up na própria vida. Simples assim!
11. Teve pausa para comentário: "America's Next Top Model, na Sony, AGORA!", coisa de @lamaringoni.
12. Uma coisa geral deste outono-inverno: marcial demais, meio Segunda Guerra, entre Itália e Alemanha, desde os corpetes do Galliano aos terninhos mais retos da Armani.
13. YSL: B... O....R...E..D...!
14.Louis Vuitton: alguma coisa sempre salva!
15. @sircarlotz lembrou a Jacobs: "uma passarela delícia, uma cartela de cores 'hot', cabelos frisados, referência latina e cigana tudo isto com muita classe". O que fez apenas o @francageorge relembrar que Magal está na moda! E profetizou ainda a volta da lambada!


Com este laudo acabamos... logo paramos pra avaliar "elas" na passarela, dado que isto, a gente também usa, não é mesmo, garot@s?


beijos.


Vogue (com bons) Feelings!
___

Ps
. @Uddg fugiu antes de começar as notas e @miltonn do meio da aula não aguentou o tranco das informações. Mas a gente volta! Só faltou a @belwl no meio disso tudo, mas Milão é outro fuso e a gente perdoa. Assim como a @faye_dp que foi pra Barbados!

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Põe na agenda!

O ano tá ai, na metade da metade, quase no fim... e quê fazer?
Na lista de coisas que estão acontecendo temos o Ready-to-Wear Feminino e Masculino, em Nova Iorque, vai até dia 16 agora. Tô tentando procurar tudo aqui. Juro! (Espia o desfile Jacobs aqui na Elle) Nesta festa tem, certamente, de estilista a presidente! Não é mesmo Narcisa?
Ai que loucura! Ai que absurdo!

A versão londrina (Londres mesmo, nada de pensar em ir pro Paraná, "migs") do evento acontece de 17 a 21 de setembro.
Semana da moda que é semana da moda tem de passar por Milão (@belwl agiliza!): Prêt-à-Porter Feminino na Milano Moda Donna... Coisas simples como sempre, bem humildes, como Prada, Gucci, Missoni, Roberto Cavalli e Giorgio Armani. E quem não quer? (De 22 a 28 de setembro).
No mesmo dia ainda, corre de Milão pra Paris, que lá vem a versão pariense... de 28 de setembro a Chanel, Balenciaga, Dior, Givenchy (amo!)...
Como a gente se orientaliza fácil, do dia 18 a 23 de outubro temos Tóquio. Pega o leque e o quimono e vem brincar de Karatê Kid com todo seu karatê. Brigo fácil por Hiroko Toshino!

Daniel Sam?
(faço isso também e de salto, beijos!)

E aí acaba o ano... (ainda não consegui apurar eventos paralelos, tem oras que a google e os contatos não ajudam... há que se ter paciência).

E 2011 começa com Fashio Rio (super estou procurando alguém pra ir lá pra mim, fácil assim, quer ser correspondente?). De 28 de janeiro a 2 de fevereiro é a vez de São Paulo, MANHÊ DEIXA EU IR?

Metade dos sites ainda não confirmaram as datas dos eventos. Se alguém souber alguma coisa, me grita! Please....

terça-feira, 14 de setembro de 2010

(De)composé homewear


Seguindo a linha de elaboração já inciada por @francageorge, resolvi me deter um pouco mais no estilo da presidenciável @silva_marina, numa maneira de levar seu estilo a uma "movimentada runway". Para tanto, foi necessária árdua pesquisa (e assessoria de @oliviapasouza) pelo que resta de vestígio do guarda-roupa pelas fotografias. Não basta dizer que onda de fios naturais é tendência forte dos anos 70, fruto da maior atenção das pessoas à preservação, bem como do movimento hippie. Neste momento então a moda também sofreu a interferência de fibras sintéticas, como o náilon e trevira. Nos anos 90 os fios naturais retornam à cena, com maior demanda, acabando por dar origem a projetos de fibras orgânicas (como BoWeevi, Novotex-Green Cotton, HessNatur e Sekem).
Nessa cena é possível descobrir o guarda-roupa de @silva_marina: do manteau peruano, as batas, os colares de contas e sementes e as "combinações" sóbrias. Neste sentido aliás, é bastante importante, para os adeptos dessa tendência que a palheta de cores limitada é que faz a diferença, numa escala de pastéis, cremes e ocres, um pretinho e um branquinho básico também podem aparecer...
Assim, da evolução de nossa "modelo", um estilo despojado de homewear sempre foi preferência e segue assim de uma moda verão 2003...


"leeeet the sunshine in!"

aos de hoje (veja aqui).

Minha elaboração assim parte deste conforto e desta imagem, sempre natural e despojada, para chegar ao conceito. É assim que proponho em linhas gerais:Nature: reloaded!


Agora, @dilmabr e @joseserra_ que me aguardem!

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Questão de Moda

… Pensando um pouco…

Impossível não declarar que moda é linguagem e que muitas vezes as roupas funcionam como significantes detendo em sua dinâmica os vetores de um grupo, marca social, abrindo a relação de uma conduta que lhe é própria e imanente. Moda: também é construção de uma imagem, posta entre a zona dos costumes e do comportamento, reflexos de escolhas de identificação. Neste sentido é possível dizer que as roupas significam algo e assim, portanto, podem abrir seu código como manifestação cultural e social. Há algo nas roupas para além delas próprias, valor que é capturado no uso, na veiculação e no consumo, nesse sentido é que se pode dizer que a roupa pode ser usada como dispositivo de mediação entre o sujeito e suas ações (a imagem ou os predicados que ele procura e/ou deseja). Por outro lado, há algo que também se torna acessível, há um interesse que orienta este uso simbólico, o que permite indagar até que ponto a roupa, como eleição ou “gosto”, é uma construção racionalizada? Não é possível ignorar que ela em seu aspecto “significante” permite uma travessia e um contato com certo sentido que resvala na constituição de uma imagem, na posição do indivíduo dentro da estrutura social, mas também (ao seu turno) é instrumento de uma “realização”. Talvez se possa ainda perguntar: o que carrega uma roupa? Quais os interesses em jogo entre os diversos grupos e suas expressões? Para uma tentativa de tocar estas questões há que não se deixar de fora certo lado fetichizante da moda: o de compor um universo seleto e exclusivo. Nesse sentido, a vestimenta é jogo estratégico (ou não). Impregnando-se de símbolos que funcionam como vetores para balizar um universo de privilégios ao redor do indivíduo, a roupa acaba por garantir um valor de aceitação e identificação do indivíduo dentro de um conjunto maior (de valores, de sujeitos, de predicados…). A vestimenta, assim, assume-se como a imagem dada de uma série de predicados do sujeito. Torna-se traço distintivo de um estilo e de uma personalidade. Impossível não deixar de dizer que uma roupa nunca é tão somente e inocentemente uma roupa.


@evbreal